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Crimes Cibernéticos

Proteja-se contra invasões, fraudes digitais e golpes online. Se você foi vítima de um crime cibernético, saiba que seus direitos podem ser defendidos com o apoio de um advogado especializado em Direito Digital.

Os crimes cibernéticos crescem a cada ano no Brasil, acompanhando a digitalização da sociedade. Invasão de dispositivos, fraudes bancárias online, golpes por aplicativos de mensagens, roubo de identidade e vazamento de dados pessoais são apenas alguns exemplos de condutas que afetam milhares de brasileiros diariamente.

A legislação brasileira evoluiu para enfrentar esse cenário. A Lei Carolina Dieckmann (Lei n.º 12.737/2012), o Marco Civil da Internet (Lei n.º 12.965/2014) e as alterações ao Código Penal trazidas pela Lei n.º 14.155/2021 tipificam e agravam diversas condutas praticadas no ambiente digital, garantindo instrumentos legais para a responsabilização dos criminosos.

No escritório Moreira & Ponciano, atuamos na representação de vítimas de crimes cibernéticos, orientando desde os primeiros passos para a preservação de provas até o acompanhamento integral do processo judicial. Nossa equipe entende que, por trás de cada caso, existe uma pessoa que precisa de acolhimento, segurança e respostas concretas.

Moreira & Ponciano - Crimes Cibernéticos

O que são crimes cibernéticos?

Crimes cibernéticos (também chamados de crimes digitais ou crimes informáticos) são condutas ilícitas praticadas por meio de dispositivos eletrônicos conectados à internet ou a redes de computadores. Essas infrações podem atingir tanto pessoas físicas quanto empresas, causando prejuízos financeiros, emocionais e reputacionais.

A legislação brasileira reconhece e tipifica diversas modalidades de crimes cibernéticos, entre as quais se destacam:

Invasão de dispositivo informático

Acessar indevidamente computadores, celulares ou tablets de terceiros, com ou sem violação de mecanismo de segurança, para obter, adulterar ou destruir dados. Tipificado pelo art. 154-A do Código Penal (Lei Carolina Dieckmann).

Fraude eletrônica

Obter vantagem ilícita mediante fraude realizada por meio de dispositivos eletrônicos, como clonagem de cartões, phishing, golpes em sites falsos e fraudes bancárias digitais. Pena agravada pela Lei n.º 14.155/2021.

Estelionato digital e roubo de identidade

Utilização indevida de dados pessoais, perfis falsos em redes sociais, clonagem de WhatsApp e outras condutas que visam enganar vítimas para obter dinheiro ou informações sigilosas.

Vazamento de dados e extorsão digital

Divulgação não autorizada de informações pessoais, íntimas ou sigilosas, incluindo práticas de ransomware (sequestro de dados com pedido de resgate) e sextorsão.

Importante: Com a Lei n.º 14.155/2021, as penas para crimes cibernéticos foram significativamente aumentadas. A invasão de dispositivo informático, por exemplo, passou a prever reclusão de 1 a 4 anos e multa. Já a fraude eletrônica pode ser punida com reclusão de 4 a 8 anos, com agravantes quando a vítima é idosa ou vulnerável.

Não deixe o criminoso impune

Agir rapidamente é fundamental para preservar provas e aumentar as chances de responsabilização do autor. Fale com nossos especialistas e saiba como proteger seus direitos.

Quando procurar um advogado especialista em crimes cibernéticos?

Os crimes digitais podem acontecer com qualquer pessoa, independentemente de idade, profissão ou nível de familiaridade com a tecnologia. Procure orientação jurídica especializada se você:

  • Teve seu dispositivo invadido — computador, celular ou tablet acessado por terceiros sem autorização, com roubo ou alteração de dados pessoais
  • Foi vítima de golpe online — compras em sites falsos, golpes no Pix, fraudes em aplicativos de marketplace ou falsas promoções
  • Teve o WhatsApp ou redes sociais clonados — perfis invadidos ou duplicados para aplicar golpes em seus contatos e familiares
  • Sofreu fraude bancária digital — transferências, empréstimos ou compras não autorizadas realizadas em suas contas
  • Teve dados pessoais ou imagens íntimas vazadas — divulgação não consentida de fotos, vídeos ou informações pessoais na internet
  • Recebeu ameaças ou extorsão digital — chantagem com ameaça de divulgar informações, imagens ou dados sigilosos
  • Precisa preservar provas digitais — prints, mensagens, e-mails e registros que podem desaparecer se não forem preservados corretamente

O tempo é um fator decisivo nos crimes cibernéticos. Provas digitais podem ser apagadas ou alteradas rapidamente. Quanto antes você buscar orientação jurídica, maiores são as chances de identificar o autor e obter a devida reparação.

Como funciona a atuação em crimes cibernéticos?

Nossa atuação é estruturada para oferecer suporte completo à vítima, desde o primeiro contato até a conclusão do processo. Confira as principais etapas:

Acolhimento e análise do caso

Ouvimos você com atenção, analisamos os fatos e identificamos o tipo de crime cibernético sofrido, orientando sobre os próximos passos de forma clara e acessível.

Preservação de provas digitais

Orientamos sobre como salvar prints, conversas, e-mails, URLs e demais evidências de maneira tecnicamente válida, incluindo a ata notarial quando necessário.

Registro do Boletim de Ocorrência

Auxiliamos na elaboração e registro do B.O. na Delegacia de Crimes Cibernéticos ou delegacia mais próxima, garantindo que todos os detalhes relevantes estejam documentados.

Medidas judiciais urgentes

Quando necessário, ingressamos com pedidos de tutela de urgência para remoção de conteúdo, bloqueio de contas, quebra de sigilo telemático e identificação do autor do crime.

Acompanhamento do inquérito policial

Acompanhamos a investigação junto à autoridade policial, solicitando diligências, perícias e providências necessárias para a elucidação do caso.

Ação penal e reparação de danos

Atuamos na esfera criminal para a responsabilização do autor e na esfera cível para a reparação dos danos materiais e morais sofridos pela vítima.

Por que contar com a Moreira & Ponciano?

Lidar com crimes cibernéticos exige mais do que conhecimento jurídico tradicional. É preciso entender o funcionamento das tecnologias envolvidas, conhecer os mecanismos de investigação digital e saber como preservar provas em um ambiente onde tudo pode ser apagado em segundos.

Na Moreira & Ponciano, combinamos experiência em Direito Digital com uma abordagem humana e acolhedora. Sabemos que ser vítima de um crime cibernético gera insegurança, medo e frustração. Por isso, oferecemos atendimento personalizado, explicando cada etapa do processo com clareza e transparência.

Contar com um advogado especializado aumenta significativamente as chances de responsabilização do criminoso e de reparação dos danos sofridos, além de garantir que seus direitos sejam plenamente exercidos.

Preservação técnica de provas

Orientação especializada para coleta e preservação de evidências digitais com validade jurídica.

Atuação ágil e urgente

Medidas judiciais de urgência para remoção de conteúdo, bloqueio de contas e identificação de autores.

Atendimento humanizado

Acolhimento e suporte em todas as etapas, com explicações claras e acompanhamento constante.

Reparação integral dos danos

Atuação nas esferas criminal e cível para responsabilizar o autor e buscar indenização pelos prejuízos sofridos.

Defenda seus direitos no ambiente digital

Crimes cibernéticos deixam marcas reais. Você não precisa enfrentar essa situação sozinho(a). Entre em contato agora e receba orientação especializada para o seu caso.

Perguntas sobre Crimes Cibernéticos

Reunimos as dúvidas mais comuns dos nossos clientes para ajudar você a entender melhor seus direitos diante de crimes digitais.

A Lei Carolina Dieckmann (Lei n.º 12.737/2012) foi a primeira legislação brasileira a tipificar especificamente os crimes cibernéticos. Ela incluiu no Código Penal o crime de invasão de dispositivo informático (art. 154-A), punindo quem acessa indevidamente computadores, celulares e outros dispositivos alheios para obter, adulterar ou destruir dados sem autorização do titular.

O primeiro passo é preservar todas as provas: salve prints das conversas, e-mails, comprovantes de pagamento, URLs e qualquer outro registro do golpe. Não apague nada. Em seguida, registre um Boletim de Ocorrência, preferencialmente na Delegacia de Crimes Cibernéticos da sua cidade. Por fim, procure um advogado especializado para orientá-lo sobre as medidas judiciais cabíveis.

Sim. A legislação brasileira, especialmente o Marco Civil da Internet, prevê mecanismos para a identificação de autores de crimes digitais por meio da quebra de sigilo telemático. Com uma ordem judicial, é possível solicitar aos provedores de internet e plataformas digitais os registros de conexão e acesso, que permitem rastrear o responsável pelo crime.

Sim. A clonagem de WhatsApp pode configurar diversos crimes, como invasão de dispositivo informático (art. 154-A do CP), estelionato (art. 171 do CP) e falsidade ideológica (art. 299 do CP). Se o criminoso utilizou seu perfil para aplicar golpes em terceiros, os crimes são ainda mais graves. Registre o B.O. imediatamente e procure orientação jurídica.

Sim. Além da responsabilização criminal do autor, a vítima pode buscar reparação na esfera cível. É possível ingressar com ação de indenização por danos materiais (prejuízos financeiros) e danos morais (abalo emocional, exposição indevida, constrangimento). Em muitos casos, o banco ou a plataforma digital também pode ser responsabilizado civilmente.

Phishing é uma técnica de fraude em que o criminoso se passa por uma instituição ou pessoa confiável (banco, loja, órgão público) para enganar a vítima e obter dados pessoais, senhas ou informações financeiras. Geralmente ocorre por e-mail, SMS ou links falsos. Para se proteger, desconfie de mensagens urgentes, verifique os remetentes e nunca clique em links suspeitos. Se já foi vítima, procure orientação jurídica imediatamente.

Os prazos variam conforme o tipo de crime. De modo geral, os crimes cibernéticos mais comuns são de ação penal pública condicionada ou incondicionada, com prazos prescricionais que podem variar de 3 a 16 anos, dependendo da pena prevista. No entanto, é fundamental agir o mais rápido possível, pois as provas digitais podem ser apagadas e os provedores só armazenam registros de conexão por períodos limitados (6 meses a 1 ano, conforme o Marco Civil).

Proteja seus direitos no mundo digital

Nossa equipe está preparada para orientar e representar vítimas de crimes cibernéticos com agilidade, conhecimento técnico e sensibilidade. Entre em contato agora e dê o primeiro passo para a justiça.

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